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Mobits desenvolve sistema para consulta de informações de condutores e veículos em Windows Mobile
Escrito por Quintana em 23/02/10 15:49
A Mobits acabou de desenvolver um aplicativo que consulta e armazena informações de veículos e condutores em conjunto com a Kognitus, empresa incubada na COPPE/UFRJ. O aplicativo exibe também as restrições dos veículos e condutores, como excesso de pontos na carteira de habilitação, IPVA não pago, etc. Além disso, auxilia os fiscais de trânsito exibindo as ações que devem ser tomadas para cada tipo de restrição encontrada, guardando essas consultas com a posição GPS e foto para futuras auditorias.

Para consultar os veículos, o aplicativo é dotado de um módulo de reconhecimento de placas, capaz de identificá-las tirando uma foto, sem a necessidade de digitação.

O módulo de reconhecimento de placas foi desenvolvido pela Kognitus com tecnologia própria. Coube à Mobits o desenvolvimento do aplicativo mobile e do servidor web de comunicação, este último desenvolvido em Ruby on Rails.
O aplicativo foi financiado pela FAPERJ e futuramente será apresentado para órgãos como o DETRAN.
Mobits desenvolve mais um aplicativo para a Módulo
Escrito por Karin em 20/10/09 14:27
A Mobits acaba de desenvolver mais um aplicativo para iPhone: Módulo Workflow Manager. Ele também faz parte do pacote Módulo Risk Manager.
A partir da coleta de informações que ocorre no Risk Manager e o conhecimento dos riscos que permeiam a organização que está sendo avaliada, o passo seguinte é o tratamento destes riscos, que ocorre por meio do Workflow Manager. Esse tratamento é possível através da criação de eventos e o acompanhamento dos mesmos.
No Workflow Manager web, os eventos detêm vários atributos, porém somente os pré-requisitos são cadastrados no iPhone para facilitar a entrada de dados, pois sabemos que digitar é algo custoso em dispositivos móveis. Como no Módulo Risk Manager para iPhone, no Módulo Workflow Manager há a adição de fotos, áudio e localização GPS para cada evento.
Espero em breve escrever mais um post sobre o Módulo Workflow Manager para iPhone, contando onde este aplicativo está sendo utilizado. Aguardem!
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Como apresentar sua App para o cliente
Escrito por Felipe Barreto em 01/06/09 18:47
Há uns dias atrás, Caio Fonseca da Praestro entrou em contato conosco com uma dúvida muito pertinente. A resposta que lhe enviamos se transformou neste artigo.
Entre o vai-e-vem de conseguir passar por todas as etapas que a Apple requer para desenvolver e licenciar sua App, você pode precisar apresentá-la a uma terceira pessoa - cliente, testadores beta, pais, amigos - e para isso você pode enfrentar certos desafios. Para simplificar, vou chamar daqui pra frente essa terceira pessoa de "cliente", independente de qual seja o papel dela.
Apresentando sem iPhone
Quando começamos o Módulo Risk Manager, ainda não havíamos comprado a licença - no caso a in-house, pois nosso cliente é corporativo. Sem a licença, segundo a Apple, só seria possível testar a aplicação através do simulador. Bem mais tarde, descobri, sem querer, que existe uma "solução alternativa" para instalar direto no iPhone sem a licença, mas que nunca testei e não sei se funciona.
Outra situação possível é quando o seu cliente está a distância e não possui um aparelho para testar. Em ambos os casos, as soluções que já utilizamos - ou pelo menos cogitamos - estão apresentadas abaixo.
Screenshots e Videos
São recursos muito pobres em termos de interatividade, mas podem ser eficazes, principalmente se a app for apresentada para um cliente importante e você não quer correr o risco de falhas - afinal, ainda está em desenvolvimento.
Para realizar os screenshots no Mac OS é muito fácil. Com o simulador aberto na tela desejada, você faz
Command-Shift-4 e depois Espaço
e depois é só clicar no simulador e o screenshot é gerado automaticamente no Desktop. Se quiser colocá-lo na área de transferência ao invés de salvar em arquivo, basta fazer
Control-Command-Shift-4 e depois Espaço
No caso dos vídeos, deu um pouco mais de trabalho por ter pouca experiência em captura e edição. Provavelmente existem softwares e técnicas mais eficientes, mas o que fizemos foi utilizar o software gratuito Copernicus para capturar as ações no simulador e o iMovie para editar, cortando cenas longas e inserindo texto se necessário.
VNC
É uma alternativa mais rica em termos de interatividade, mas dependendo das condições da conexão o resultado estético pode ficar bem prejudicado - principalmente animações. De qualquer maneira, pode ser útil quando o seu cliente já conhece o aspecto da app e quer somente validar uma nova funcionalidade ou a usabilidade de uma tela.
Para isso, instalamos o Vine que é um servidor gratuito e passamos o IP e a porta que o programa indica para o cliente, que por sua vez deverá usar um vnc client qualquer para acessar. O cliente, desta maneira, pode acessar a sua máquina com o simulador rodando e interagir através do mouse e teclado.
Com iPhone
Quando você e/ou o seu cliente possuem iPhone, temos uma situação bem mais favorável, dependendo apenas da distância entre você e ele.
Apresentação direta
É a mais simples. Você instala a app no seu próprio iPhone - usando o perfil de desenvolvimento que você cria após obter a licença ou a provável gambiarra lá de cima - e mostra para o seu cliente. Sem mistérios. É só rezar para a app não manifestar aquele bug inesperado bem na cara do seu cliente.
Ad Hoc
Quando seu cliente possui iPhone e você quer deixar uma cópia da app com ele, uma opção simples é a licença Ad-Hoc. Para utilizá-la, você deve obter o gigantesco número idenficador do aparelho do seu cliente, cadastrá-lo no portal de desenvolvimento da Apple, gerar a licença Ad-Hoc vinculando a sua app ao aparelho, gerar a app no XCode usando a licença e mandar tanto a app gerada quanto o arquivo de licença para seu cliente. No portal, você encontra estes passos muito bem detalhados.
Seu cliente, por sua vez, deve receber os arquivos (a app na verdade é uma pasta disfarçada, então sempre a envie zipada) e instalá-los através do iTunes.
Uma observação: você possui direito a cadastrar apenas 100 aparelhos. E nem adianta tentar remover algum, pois o contador não é decrementado. Sendo assim, use com parcimônia.
Distribuição In-House
Para os cliente corporativos, como o nosso, existe a licença In-House - mais cara que a da App Store: $299 - que permite criar apps e distribuí-las entre os iPhones da empresa. No contrato, está bem claro que a empresa dona da licença não pode distribuir as apps para terceiros sejam clientes, parceiros ou até prestadores de serviço que não estejam no desenvolvimento da própria app.
Se o seu cliente se encaixa neste perfil, então essa opção se dá semelhante a Ad-Hoc, exceto pelo fato de não haver necessidade de cadastrar aparelhos previamente.
Para instalar nos iPhones, o seu cliente pode usar o iTunes e instalar um por um - que pode ser um processo totalmente enfadonho dependendo do número de aparelhos e do tempo necessário para realizar a sincronia de cada um - ou, como descobrimos recentemente, utilizar o excelente iPhone Configuration Utility que permite instalar rapidamente perfis, configurações padronizadas e aplicativos sem ter que passar pelo lento processo de sincronia e ainda possui versões tanto para Mac OS quando para Windows.
E você? Tem alguma dica?
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IDC Enterprise Mobility Seminar
Escrito por Felipe Barreto em 11/11/08 13:30
Hoje rolou a IDC Enterprise Mobility Seminar que discutiu questões como 3G, convergência e influência das tecnologias móveis no ambiente corporativo. A principal idéia explorada pelos palestrantes foi a de que o uso de dispositivos e aplicações móveis integrados com os sistemas existentes nas empresas pode contribuir muito com a produtividade delas e reduzir dramaticamente seus custos.
Primeira palestra: Vinicius Caetano, IDC
O Vinicius abriu o evento com uma apresentação bem focada sobre o impacto das tecnologias móveis sobre a produtividade nas empresas. Citou exemplos históricos como o telégrafo, o telefone e a Intenet, e como essas tecnologias mudaram o modo como as empresas geriam seus negócios. Ele identificou que estamos numa nova fase de mudança onde as corporações começam a buscar soluções móveis para aderí-las a seus processos trazendo flexibilidade, possibilidade de trabalho remoto, comunicação instantânea e, consequentemente, o aumento da produtividade.
Segunda palestra: Paulo Breviglieri, Qualcomm
Em seguida, foi a vez do Paulo falar sobre a tecnologia 3G e como a banda de dados influencia na decisão de adotar ou não uma solução móvel, uma vez que custo e velocidade ainda são os maiores quesitos nessa avaliação.
Apresentou também a evolução do hardware em relação a tecnologia 3G, citando:
Modems USB
Eles têm feito um grande sucesso em todo mundo pela praticidade e pela possibildade de mover-se com um laptop para qualquer lugar sem depender de hot spots para conectar-se à Internet. Esses modems também abrem novas possibilidades quando falamos de banda larga em regiões isoladas ou com baixa infra-estrutura de telecomunicações.
Smartphones
Definindo Smartphone como um celular com Sistema Operacional e com um poder de processamento superior aos celulares atuais, Paulo indicou a iminente massificação destes dispositivos devido à possibilidade de comunicação e execução de aplicações mais avançadas, dando ao usuário muito mais mobilidade.
Notebook 3G
Na linha de notebooks com 3G embarcado - sem a necessidade de um modem externo - Paulo apresentou a marca atual de mais de 200 modelos comercializados no mercado mundial.
PCDs e MCDs
“P” de Pocket e “M” de Mobile. “CD” de Computing Device. Esses produtos caracterizam-se por serem maiores e mais potentes que um smartphone, contudo menores que laptops. São dispositivos que permitem praticamente toda a interação de um laptop, mas com uma portabilidade considerável, incluindo desde o iPhone a mini-laptops como o Eee PC. Estes dispositivos apontam a provável solução para a tão buscada convergência para as corporações.
Terceira palestra: Marcos Cabral, Neoris
O Marcos, finalmente, abordou a área de Sistemas de Informação móveis, apresentando a solução da sua empresa, Active Suite, desenvolvida em .NET para Windows Mobile que atende às áreas de Logística e Vendas. Ele demonstrou as possibilidades e os impactos já registrados sobre a produtividade e o atendimento ao consumidor final.
Debate
Na última atividade, o Vinicius mediou um debate com os outros dois palestrantes para discutir os últimos aspectos sobre tecnologia e abrindo espaço para perguntas. Destaco as considerações sobre as barreiras que a carga tributária brasileira impõe à expansão da tecnologia no país e, também, a insegurança que algumas empresas estão tendo na adoção do iPhone devido ao alto custo aqui no país e a necessidade de seguir a única via disponibilizada pela Apple para desenvolver para o aplicativo: o iPhone SDK.
Sobre este último assunto, fico feliz em ver que a Mobits já deu seu primeiro passo nesse caminho ao desenvolver seu primeiro projeto corporativo para o iPhone. Esperamos continuar neste caminho e ajudar a concretizar essas tendências móveis do mercado mundial.
Mobits desenvolve software corporativo para o iPhone
Escrito por Quintana em 24/10/08 21:20
A Mobits fechou uma parceria com a Módulo para o desenvolvimento de uma aplicação para o seu principal produto, o Módulo Risk Manager, no iPhone . O Módulo Risk Manager é um software para GRC – Governança, Riscos e Compliance, altamente reconhecido no mercado, vencedor de diversos prêmios e utilizado por grandes empresas, como o Serpro, Datasus, Banco Nossa Caixa e Santander.
O aplicativo que esta sendo desenvolvido facilitará o trabalho de auditores e responsáveis pela gestão de risco no preenchimento de questionários e na coleta de informações estratégicas como fotos e localizações geográficas via GPS.
O iPhone e sua plataforma de desenvolvimento ficaram conhecidos por propiciar que os desenvolvedores disponibilizem seus softwares diretamente aos usuários finais, via download na AppStore. Mas o que muitos não sabem é que também existe uma licença para desenvolvimento de softwares corporativos, como esse. O desenvolvimento desse tipo de software ainda está começando no Brasil, mas a experiência de outros países já mostra que o iPhone está tomando espaço também nesse meio, estamos atentos!